Era uma vez, uma menina que tinha sonhos como qualquer outra.Sonhos que lhe dispertava uma alegria infinda dentro do peito só de imaginá-los realizados, sonhos que lhe traziam brilho aos olhos.Ela acreditava neles, e sabia que todos fariam o possível para ajudá-la a alcançá-los, já que sempre fora querida e sempre fez o possível para sê-lo, sendo assim, sempre amável.Sua vida, portanto, vista de fora parecia um mar de rosas.Nada tirava-lhe o sorriso do rosto, embora fosse muito frágil, cheia de inseguranças, era feliz, muito feliz, pois tinha tudo o que lhe era necessário, faltava apenas realizar o tal sonho, mas esperava pacientemente.O tal sonho não fora alcançado, o mundo parecia desabar pois todo aquele empenho parecia ter sido perdido, mas ainda restava-lhe uma esperança que emanava daqueles que ela mais amava, daqueles que ela tinha total confiança e certeza de que a ajudaria.Sua família que vira as noites de estudo, que vira o choro por medo do fracasso que outrora orientava-a dizendo que a apoiariam caso fracassasse.Ela confiou e apoio-se nisso.Para ela tudo parecia resolvido, teria mais uma chance, afinal achava que realmente merecia tal chance, pois sempre, sempre fez por merecer tal oportunidade.Seus pais, no entanto, achavam que estavam protegendo-na impedindo que corresse atrás desse sono, pois repito, ela sempre fora muito frágil.Mas para viver nossos sonhos sabemos que sempre somos forte o suficiente, pois são infindáveis as alegrias de vivê-lo.Pelo menos ela acha que deve ser, pois ainda persegue tal sonho, sem incentivo,em meio as escondidas.Ah como ela queria ser completamente feliz, como ela deseja não ser um modelo de filha, mas uma filha feliz..A felicidade que antes habitava-lhe constantemente o rosto fora substituída por palavras muitas vezes amargas, por choros mais constantes, e revoltas.Superficialmente feliz, ela vive, dizem-na que sua vida é perfeita, mas como poderia?Ela queria encher o peito e dizer, eu estou vivendo um sonho, o meu sonho.
Mas como sempre, ela se erguerá.Como sempre.
E por hoje, seu sonho ainda tem um fio de esperança de realizar-se, sozinha o perseguirá.E se realizá-lo, nada a impedirá de vivê-lo.
'Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.'
FERNANDO PESSOA
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Um só...
É fato que apareço aqui só nas horas mais difíceis.Quando nem eu me reconheço, nos dias que durmo ouvindo uma música nostálgica, que demoro pra dormir, e acordo antes das mínimas 8 horas de sono serem completadas.Isso acontece quando sofro por alguma coisa, sofrer por uma coisa é vago.A fome, a doença, situação financeira, são sofrimentos.Ah o amor, nos faz sofrer quando chega, pois tira nossas noites de sono.Traz a incerteza, a insegurança que antes não nos permitíamos sentir.Porém incerteza e insegurança, nesse caso, são os sentimentos mais deliciosos.É prova de que estamos apaixonados.Mais que isso, estamos amando.Não queremos perder aquele sentimento que nos perturba e que ao mesmo tempo enche nossos corações de alegrias e idéias malucas.Outrora eles eram denominados dois.Hoje um só.Deve ser daí que um não consegue viver sem o outro, pois ambos nesse estado são a vida um do outro, SÃO UM SÓ.Nesse estado também, você sente que pode ser melhor, que tem alguém que te admira, e tem quem você pode admirar.Não vêem defeitos um no outro.Sentem-se como se fossem duas almas perfeitas, um leva o outro a perfeição.Eles realmente se completam.A vida passa a ter outro sentido, e aqueles sonhos antes tão magníficos ganham tal insignificância que se perdem em pensamentos de outrora.Pensamentos esses que foram tomados por ele, pelo seu amor.Seu amor também tinha sonhos e lutava por eles.Sonhos que dispersariam os dois que agora eram um.As metas foram alcaançadas, agora esse amor que antes fazia nos sofrer com ansiedades e esperas, nos faz sofrer com a saudade.Já ouviram falar de saudade precoce?É o motivo que me fez vir aqui desabafar.O amor se tornou tão grande que por ele eu faço tudo, eu aguento a saudade, a distância,a incerteza, a insegurança que agora não são mais sentimentos tão deliciosos, já que se curavam quando eu o via.Não o verei quando a insegurança bater, no máximo farei uma ligação ele vai estar lá como sempre e eu aqui pra ele, como sempre estou e sempre estarei.Ele não sabe o bem que me faz.Não sabe o tamanho do meu amor.Me faz sentir a maior segurança quando estou em seus braços, ou quando simplesmente me olha.As pessoas me dizem: 'Calma com o tempo vocês se acostumam'.Eu não quero, eu não posso viver sem meu amor.Viverei sim, por ele, pra esperá-lo pois quando ele voltar tudo vai passar e aquela insegurança não existirá, só haverá nós dois que nos tornamos UM SÓ.
'It's always better when we are TOGETHER.'
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Tempo.
Merhaba!Faz tempo que não venho aqui, falar das minhas angustias, mas o fato, é que a minha cabeça está cheia de coisas interessantes, e não me resta tempo, para inutilidades.Um bimestre já foi, e eu fracassei, já chorei me descabelei, mas fiz o que pude.Estudei.Agora é olhar pra frente e estudar mais ainda.
Ah!Meus amigos!Desses não tenho oq reclamar!Acho que até agora, esse ano está sendo o melhor da minha vida.Sabe aquela frase 'carpe diem', estou levando-a ao pé da letra, e só está me fazendo bem.Me reaproximei do Jão do Rafa do Pedro, e da Dan.Ah! e aquele relacionamento citado nas postagens anteriores?Agora olho e vejo, que embora eu tenha sofrido me ajudou a amadurecer, a crescer, afinal, 'nada é por acaso'.O meu sofrimento se transformou em força, e agora é como se nada estivesse acontecido, ou como se eu nunca tivesse conhecido 'ele'.Oque sobrou mesmo foi a certeza de que eu cresci.As vezes me espanto, será que eu me tornei fria?
Talvez sim, foi uma forma de me proteger.
Estava pensando...será que tudo o que eu vivi, e todas aquelas palavras de amor, aquele sentimento...era sincero?Isso já não importa, foi bom e eterno enquanto durou.E aí vc pergunta se eu tenho saudades.Para o meu espanto a palavra flui, sem qualquer indecisaão: não, eu não sinto saudades.Agora eu sei, que, 'O tempo cura TUDO'.
"O tempo cobre o chão de verde manto,Que já cuberto foi de neve fria, E enfim converte em choro o doce canto."
soneto 57- Camões
Hasta! ;*
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Sonho

Palavra certa para expressar a minha obsessão pela cultura árabe eu ainda não consegui encontrar, talvez seja obsessão mesmo.Eu jamais deixaria de escrever disso aqui, porque talvez daqui a alguns anos a obsessão que tenho desde criança se apague, devido ao pessimismo do ser humano a medida que ganha idade.Pessimismo porque um dia eu posso pôr na minha cabeça que eu nunca vou conhecer os países da Arábia e chegar a esquecer tamanha obsessão(o tempo faz milagres, sejam eles bons ou não), já fiz muito isso com outras coisas pretendo não fazê-lo mais, penso que seja medo de sonhar já que no Brasil os sonhos não são levados a sério afinal são apenas sonhos.é difícil ser otimista, desde pequeno somos rodeados de pensamentos pessimistas, e é quase impossível sonhar, mas se tivermos forças para vencer o medo e encarar poderíamos até ir á Arábia, sé é que me entende.
A música árabe traz toda a riqueza de uma cultura tão pouco conhecida e tão desejada daqueles que a conhecem.E eu ainda vou descobrir o por que de tamanha 'obsessão' e eu vou conhecer pelo menos um país da Arábia, ahn eu vou!
Eu até queria descrever a cultura mais não a conheço a fundo.Imagine só uma pessoa que é tão apaixonada por uma coisa e não a conhece bem.Daí vem a idéia de como a Arábia é tão apaixonante, você não precisa conhecê-la para gostar qualque coisa já faz você a amar.E mais uma vez eu não consegui expressar minha obsessão, você não entendeu tenho certeza, ninguém entende talvez nem eu.E aqui termino outra descrição de uma paixão sem sucesso. sem convencer ninguém a se apaixonar também. PESSIMISMO!
A música árabe traz toda a riqueza de uma cultura tão pouco conhecida e tão desejada daqueles que a conhecem.E eu ainda vou descobrir o por que de tamanha 'obsessão' e eu vou conhecer pelo menos um país da Arábia, ahn eu vou!
Eu até queria descrever a cultura mais não a conheço a fundo.Imagine só uma pessoa que é tão apaixonada por uma coisa e não a conhece bem.Daí vem a idéia de como a Arábia é tão apaixonante, você não precisa conhecê-la para gostar qualque coisa já faz você a amar.E mais uma vez eu não consegui expressar minha obsessão, você não entendeu tenho certeza, ninguém entende talvez nem eu.E aqui termino outra descrição de uma paixão sem sucesso. sem convencer ninguém a se apaixonar também. PESSIMISMO!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Ah, o tempo!

Ao criar esse blog talvez eu tenha pensado na nostalgia que possa me ocorrer um dia desses, já que ela está sendo minha companheira desde que eu terminei o 2º ano do ensino médio, ou seja, um mês atrás.Algum tempo atrás férias significava: dormir na casa de amigas, acampar, ir na casa das primas, brincar, ou melhor, aproveitar!Hoje os tempos são outros férias quer dizer: cabeça vazia.Cabeça vazia não é bom, porque você não pensa em coisas boas, e todo esse rodeio foi pra dizer que tem uma coisa muito ruim rondando meus pensamentos, o vestibular, ah!Quando eu 'era' pequena uma imagem que nunca vou esquecer é a do meu irmão de costas pra mim, com uma janela à sua frente e pilhas e mais pilhas de cadernos e livros ao seu redor, essa cena já era normal em casa e pra mim não surtia efeito ou comoção qualquer, pra mim ele fazia aquilo por vontade própria e eu nunca seria 'grande' o bastante para me preocupar com aquilo.É a vida passa e o vestibular ta aí falta pouco para aquela cena tornar-se a repetir por dias e dias e eu não consigo me imaginar sendo personagem dela já que eu não consigo me imaginar 'grande'.Falta muito pouco para o legado do meu irmão ser passado para mim por que ele termina a faculdade esse ano e eu entro ano que vem(se..eu passar), queria eu ter escolhido um curso mais fácil na USP mais lá foi a Jéssica escolher direito, que, como vocês sabem é muito concorrido mas eu vou correr atrás do tempo perdido, e como dizia alguém que não sei quem:
'Don't let your dreams be dreams.'
Hasta!
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